18 de dezembro de 2009

Trégua


" Quem me dera, ao menos uma vez,
Explicar o que ninguém consegue entender:
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente.

Quem me dera, ao menos uma vez,
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
E fala demais por não ter nada a dizer. "

A chuva insisti em cair, dia após dia, sem trégua, pausa ou tempo para caminhar sem sujar os pés. O corpo nunca reage bem, nada bem! Os carros passam acabando com o quase silêncio da madrugada de músicas antigas, uma espécie de nostalgia sistemática comum em períodos de frio constante.

Tentativa de proteção em frases curtas, som baixo e roupas que aquecem todo o corpo.

Lembranças desconexas, dores pelo corpo e sono desordenado.

O caminho é longo, sempre, mas eu sobrevivo. Sempre!

Um comentário:

Maria Laura ;] disse...

own, ensina eu escrever? *-*