
" Quem me dera, ao menos uma vez,
Explicar o que ninguém consegue entender:
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente.
Quem me dera, ao menos uma vez,
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
E fala demais por não ter nada a dizer. "
A chuva insisti em cair, dia após dia, sem trégua, pausa ou tempo para caminhar sem sujar os pés. O corpo nunca reage bem, nada bem! Os carros passam acabando com o quase silêncio da madrugada de músicas antigas, uma espécie de nostalgia sistemática comum em períodos de frio constante.
Tentativa de proteção em frases curtas, som baixo e roupas que aquecem todo o corpo.
Lembranças desconexas, dores pelo corpo e sono desordenado.
O caminho é longo, sempre, mas eu sobrevivo. Sempre!
Um comentário:
own, ensina eu escrever? *-*
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